Vaticinando em tom profético, por abstrair as periferias da constituição tupiniquim e captar a essência, aparentemente eterna, passado, futuro e presente, (o eterno presente), eis a sina a qual nos foi revelada pelo filósofo tcheco nascido na Europa: “verborréico, grandiloquente e irresponsável”, o povo do país verde e amarelo, pátria mãe gentil, de lindos campos, flores, lábaros, estandartes, bandeiras e pendões estrelados; adorado: Brazil!
Mas oh! Grande óbice, havemos de não nos obstar em tão intransponível obstáculo. Galgaremos por trilhas menos meandrosas em direção ao topo do desenvolvimento. Desenvolverêmo-la então! A nação, em suas incontáveis multi-pluralidades, contando com a sua grande potencialidade exuberante, a partir da procura do certamente escrutável valor essencial que nos livrará dos excessos pesarosos e temerários que aprofunda a nossa falta de compreensão e ofusca a realidade, e a importante meta do planejamento sério e responsável, as meias palavras que trazem o todo do conteúdo, e liberta…
merda! – em claro português – acho que o cara tava certo